domingo, 9 de agosto de 2015

Peso e Medidas - Agosto

Comecei no mês passado, dia 12, a me pesar, tirar fotos e medidas, só pra ter um controle e ver se estou tendo resultados (que vão além da balança).
Por que dia 12? Foi meio que coincidência. Sabe aquele dia que dá vontade de começar algo novo?
Se bem que... dia 12 é meu aniversário, daqui a 3 meses. Portanto, nada melhor como presente do que uma versão de mim mesma mais saudável e feliz :)
Bom, dia 12 será só na quarta-feira... mas como o semestre no trabalho começa essa semana, eu quis antecipar. Sei como é loucura a primeira semana, não consigo me concentrar em mais de uma coisa ao mesmo tempo (quero me dedicar 100% a tudo e acabo me atrapalhando). Não, ainda não sei lidar muito bem com a ansiedade. É bem possível que eu esqueça de fazer isso. Então decidi me pesar e tirar as medidas ontem mesmo, dia 8. 


Os resultados foram muito bons. Me surpreendi.
Primeiro, o peso. Eliminei apenas 300g... isso teria me deixado meio triste há alguns anos. Mas depois de ver as minhas medidas (e todos os centímetros que perdi) fiquei muito feliz.

Peso: 87,6 kg (-300g)

Cintura: 87 cm (-3 cm)
Umbigo: 102 cm (-4 cm)
Quadril: 109 cm (-2 cm)
Busto: 105 cm
Coxa: 59/58 cm (-2/3 cm)
Braço: 32/33 cm

Eliminei 3 cm de cintura e 4 cm na linha do umbigo! Ou seja, estou perdendo a gordura da barriga como tanto queria \o/
Minha perna é a primeira coisa que diminui quando eu emagreço. Desde que eu entrei na academia, por mais que eu engorde, a gordura raramente vai pras pernas. Mas eu não quero que elas afineeeeem, só quero definir! :D Quanto às medidas de busto e braço, nada mudou.

Agora é só eu continuar fazendo a minha parte: me mantendo ativa e fazendo as melhores escolhas. Os resultados aparecem.



sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Repetindo receitas

Ontem de noite eu preparei uma receita que estava na minha cabeça há tempos: empadão low carb (com carbo, dessa vez!). Fiz pela primeira vez há um tempão... já até postei aqui no blog.

Foi o meu jantar de ontem e de hoje, acompanhado com salada de alface e pimenta biquinho.

Na massa, vai couve-flor batida com ovos e temperos (misturei 1 batata que tinha sobrado aqui em casa, pra não ir fora).


Da outra vez, fiz um recheio maravilhoso de soja com azeitonas. Dessa vez, a opção foi frango com cenoura, pimentão e azeitonas. Ficou uma delícia!


Bom final de semana!

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Um bom dia pra (re)começar

Recomeço. Não sei se essa não seria a palavra mais apropriada. Somos feitos de altos e baixos, momentos bons e ruins.
Talvez a vida seja, sim, feita de muitos (re)começos. E eles nos transformam em quem nós somos. Gosto de pensar dessa maneira. Tudo que passamos, bom ou não, faz a gente aprender e se tornar a pessoa única que somos. Cada um encara uma batalha interna e sabe de sua própria história. Por isso é tão importante tratar todo mundo bem. A gente nunca sabe o que as outras pessoas estão passando...

Ontem decidi dar uma chance pra mim mesma e aproveitar o dia. E, de fato, foi um dia bem agradável.
Por causa da cirurgia, estou me alimentando de líquidos e coisas leves (purê de batata com caldo de feijão de almoço ❤). Minha bochecha está amortecida e inchada. Mas os remédios me mantém sem dor nenhuma. E um viva à maquiagem que esconde minha boca roxa :)

Ontem à noite, saí pra comprar algumas roupas que eu precisava: calça jeans e camisetas de academia. Se eu não me engano, as duas calças jeans que comprei são 44 (ou uma, com stretch, é 42... não tenho certeza). É bem mais fácil comprar jeans agora do que há alguns anos (lembro do tempo que, às vezes, 48 era a opção...). 


Hoje o dia não foi tão bom como poderia ter sido... me senti meio down e sem forças por um tempo. Mas nada que durasse o dia todo. Aos poucos, tudo dá certo!

Que o resto da semana seja agradável!

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Só pra ver como vai ser...

Voltei a experienciar algo que não acontecia há cerca de dois anos.
Me lembro o pesadelo que era eu me arrumar, trocar de roupa, pegar a bolsa, estar totalmente pronta pra sair de casa... e não conseguir. Quantas vezes fiquei na parte de dentro do portão, parada, tentando com todas as minhas forças dar aquele empurrãozinho que faltava. Mas eu acabava sempre voltando pra dentro de casa, com medo de algo que nem eu sei o que é. Eu simplesmente ficava bloqueada. 
Me lembro que, devido a isso, perdi muitas aulas da faculdade (pois não conseguia passar do portão de manhã). Eventualmente, tive que desistir do semestre inteiro. Eu ficava pensando, tentando encontrar uma razão para aquilo tudo e eu sentia um desejo enorme de ser que nem as outras pessoas que simplesmente vivem suas vidas... sendo essa prazerosa ou não.
É claro que minha família nunca entenderia quando eu dissesse que estava com "medo de sair de casa". Tentei conversar com eles algumas vezes, mas não é todo mundo que entende esse sentimento. Nem eu mesma entendo!
Dois anos atrás, escondida de todo mundo, procurei ajuda médica. Comecei a tomar remédio para a depressão e ir semanalmente na psicóloga (que nunca me adaptei). Entretanto, não posso negar, de certa forma ela me ajudou. Lembro que eu contei pra ela detalhadamente os meus medos. Pensar na ação de abrir o portão, o trajeto até a estação mais próxima, a viagem de trem... tudo fazia com que eu começasse a suar frio e aquilo era uma tortura diária. Ela então me disse: 

"tu só vai saber se tu consegue ou não, se tu tentar. Dê uma chance a ti mesma, por mais que doa, mas saia de casa, só pra ver. Se a experiência for ruim, tu me conta tudinho na próxima semana, mas tenta dar uma chance pra ti mesma, só pra ver como vai ser..."

Confesso que não tem sido fácil, mas também sei que é um ciclo que eu tenho que quebrar. Continuar em casa, na minha zona de conforto, não vai ajudar em nada. Novamente, essa não sou eu. Hoje, depois de alguns dias, tive que sair de casa para fazer a cirurgia de remoção de sisos (tô mais bochechuda que o normal, hehe). E não foi difícil. Foi um dia até bem agradável. Tudo que eu tenho que fazer é colocar o pé pra fora de casa. Pode ser mais difícil alguns dias, mas eu quero e vou me ajudar. Se é pra sair chorando de casa... no problems, tenho uns óculos escuros bem bonitos! O que eu não posso é deixar isso tudo ser mais forte que eu, me impedir de viver. 

Pois o segundo semestre da faculdade e do trabalho inicia essa semana. Tenho refletido bastante sobre a minha vida e sobre o que eu tenho feito para mudar o que não gosto. Sei que essa sensação ruim não vai durar pra sempre. Eu só quero me sentir bem comigo mesma e com o mundo ao meu redor, me sentir livre e não limitada. Não encontrar tanta dificuldade nas coisas mais simples. Vai doer, alguns dias serão mais difíceis que outros, mas vou me focar no que me faz feliz. Escrever sobre isso me faz me sentir melhor. Sempre há algo bom no dia, e é isso que vai me dar forças para seguir. Meu foco agora é, daqui a alguns meses, olhar pra trás e ver que eu alcancei algo, nem que seja algo que só eu perceba. 


Coisas que me fazem feliz e, portanto, preciso fazer mais: ler os livros da minha lista infinita, assistir a filmes e séries da minha lista infinita, caminhar no parque, desenhar aleatoriamente, escutar música, viagens (curtas e longas), brincar com animais, tentar novas receitas, me alimentar bem, exercício físico, aprender/treinar um novo idioma, aprender coisas novas no geral.


Que o resto do ano seja leve e feliz 

sábado, 1 de agosto de 2015

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A dor não vai embora.
Parece que voltei a ser aquela menina fraca, derrubada por seus medos, sem conseguir projetar um futuro. Estou perdida, de novo.
Hoje me arrumei, fiz planos pro dia... mas acabei deitada na cama, com medo de sair de casa (oh, há quantos tempo eu não sentia essa sensação horrível! Medo de sair de casa). Só o que eu tenho feito é chorar. Uma angústia enorme no meu peito me bloqueia. Não estou conseguindo ver as coisas do jeito que elas são.
Conheci o melhor de mim, tive dias em que me sentia a pessoa mais feliz do mundo! Durante esse tempo, eu prometi a mim mesma que nunca teria dias ruins novamente. Tenho certeza de que o que eu estou sentindo agora é passageiro, logo estarei rindo de tudo isso, com muito mais maturidade. Mas por enquanto... nossa, como dói! Me sinto sem forças pra fazer mesmo as coisas mais simples como sair de casa ou me concentrar em algo. Essa não sou eu. Sei que é uma batalha que luto sozinha e que só eu posso me ajudar. Eu sei que eu sou muito mais forte do que eu imagino, eu só preciso reencontrar essa força dentro de mim.

Será que um dia eu vou me livrar disso tudo e, enfim, me sentir em paz?