domingo, 19 de julho de 2015

Estratégias

Esses últimos dias não foram fáceis.
Posso dizer que conheci, novamente, o meu limite. Vi que se eu deixo as coisas me abalaram, elas me levam para um buraco negro. Eu tenho que manter em mente que eu estou em recuperação. Na verdade, sempre estarei. Não posso me comparar com as outras pessoas porque eu não sou elas.
Eu sei tudo que eu passei. Preciso ser forte para não deixar minha própria mente me levar para baixo. Para isso, preciso criar estratégias. É uma construção e será assim pra sempre. Sempre terei um dia ruim aqui e ali... mas a maneira que encaro as situações é muito importante.


Preciso aprender a me amar mais. Por muito tempo, achei que me cuidar e me achar bonita era algo errado. Até hoje, as vezes, sinto uma sensação estranha quando faço isso. É como se eu não merecesse. Totalmente errado. Preciso me dar conta de que tenho muitas qualidades! Preciso reafirmar isso para mim mesma todos os dias!

Tem dias que eu fico totalmente apática, sem paciência com o mundo, minha cabeça cheia de pensamentos negativos. Me sinto totalmente sem forças para fazer até mesmo as mais simples tarefas. Essa não sou eu. Eu me nego a permanecer assim se posso ser muito mais!

Só eu sei a batalha que se passa dentro da minha cabeça. E só eu sou capaz de mudar essa situação.

Eu sou forte. Eu consigo. Eu valho a pena


domingo, 12 de julho de 2015

Consumo de açúcar

Tenho refletido bastante sobre o meu consumo de açúcar.
O tópico principal do meu primeiro estágio da faculdade (que termina nessa terça-feira) foi, aliás, sobre a quantidade de açúcar em bebidas.

imagem tirada daqui
Particularmente, eu não adiciono açúcar em nada. O meu café é sempre sem açúcar. Quando faço suco em pó, normalmente diluo em muito mais água do que necessário porque não gosto muito doce.
Entretanto, tenho comido bastantes doces, bolos, biscoitos. Também não me ligo na quantidade de açúcar presente em outros produtos. Já passei muito tempo sem refrigerante... na verdade, posso afirmar que não me faz falta. Mas voltei a consumir mais refrigerante depois da minha viagem pra Inglaterra. Enquanto eu estava lá, a minha desculpa era que eu queria provar bebidas novas que eu não encontrava no Brasil. Além disso, o meu namorado (que é super saudável) é viciado em coca - ele tenta moderar pra uma lata por dia ou menos. Quando viajamos, acabei acompanhando ele e voltei a consumir refrigerante.
Sou contra restrições, portanto, minha meta é reduzir toda e qualquer bebida industrializada. Vou continuar, como antes, dando preferência para água.

Além disso, preciso cuidar mais da minha saúde. Como já comentei, meu estômago está bem frágil. Pretendo ir no médico essa semana para investigar o que está de errado. Também tive um problema no meu dente e já fiquei colocando a culpa no açúcar.
Chega! Preciso reduzir o açúcar na minha vida. Já sou doce o suficiente :-)


sexta-feira, 10 de julho de 2015

Montanha Russa de Pensamentos

Eu nunca fui tão feliz como nos últimos meses... mas agora a depressão voltou com força e eu estou lutando pra me manter forte. Não tá fácil.
Aquela sensação de felicidade sem motivos e vontade de viver desapareceu no ar.
Consigo enxergar as coisas de uma maneira mais sensata, a experiência serve pra alguma coisa.
Além dos pensamentos ruins, crises de ansiedade e choro, estou tendo reações físicas.
Meu estômago está tão frágil...
Eu passo muito tempo dentro da minha cabeça, pensando demais, criando problemas demais.
Mas o meu pior problema é que quando eu não estou me sentindo bem eu me excluo de tudo e de todos. Não deixo ninguém me ajudar, fingo ser forte e conseguir sair dessa sozinha.
As vezes as coisas ficam muito pesadas... dentro da gente e ao nosso redor.
É aí que temos que ser fortes, né?



domingo, 5 de julho de 2015

Organização

Preciso de organização.
Organização dos pensamentos, dos meus compromissos, das minhas coisas, da minha vida.

Com esse problema de ansiedade e mudança de humor, preciso criar estratégias para me manter sempre positiva.  Passei por momentos não muito bons nas últimas semanas (desânimo, pensamento negativos, ansiedade descontrolada, exagero alimentar). Estou tentando aprender mais sobre mim mesma e organizar meus pensamentos, a fim de manter uma mente saudável sem remédios. Não é fácil. É uma construção diária.


segunda-feira, 15 de junho de 2015

Novas tentativas

Então. Gostaria de vir aqui e dizer que estou me sentindo super bem, alegre e motivada... mas eu estaria mentindo. Desde mais ou menos o final de semana anterior a esse, comecei a me sentir bem pra baixo, sem nenhum motivo especial. Eu não admito ficar assim, e lutar contra esses sentimentos ruins vai continuar me acompanhando por toda a minha vida. É um teste de resistência.
Não admito que esses pensamentos negativos estraguem o meu dia (e a minha vida). Não admito chegar em um ponto que ficará difícil de retornar. Estou com uma preguiça infinita, poderia passar o dia todo dormindo, se eu tivesse essa opção. Me sinto bloqueada, desmotivada, sem forças. Obviamente, não estou indo na academia (mesmo sabendo que isso me faz tão bem!). Semana passada só fui em um dia. Eu sei bem o que deveria fazer, mas parece que minha própria mente me bloqueia.

Ser magra já não é sinônimo de felicidade pra mim. E ter uma alimentação não tão saudável não afeta totalmente o meu humor. A gente vai aprendendo na vida, se autoconhecendo. Quando eu era mais nova, eu projetava uma nova vida quando eu perdesse x quilos, imaginando que tudo mudaria a partir dali. Bullshit. Que bom que aprendi a lição. Claro que a alimentação (e, no meu caso, especialmente atividade física) me ajuda a me sentir melhor, mas isso já não é o único fator determinante da minha felicidade.
Quando me sinto pra baixo, não fico me lamentando sobre o meu peso. Já me livrei desse pensamento. Eu fico pensando em tudo que já perdi por causa dessa droga de depressão.
Tenho pensado bastante em modos de me ajudar. Não quero continuar assim. Quero ir pra frente e não ficar trancada nos meus pensamentos, vendo o tempo passar.
Pensei em voltar a um psicólogo... mas minha experiência com isso não foi tão boa. Pensei em voltar a tomar remédio. Mas não quero isso. Quero melhorar da maneira mais natural possível. Aliás, comparado a anos anteriores, eu melhorei muito. Consigo ver as coisas como um todo, elas não estão mais tão embaçadas como antes. Sei que isso não é, de jeito nenhum, algo permanente. E eu posso superar isso.
Meu namorado me apresentou, há alguns meses, à Terapia Cognitivo-Comportamental. Essa terapia tem como base que os nossos sentimentos são consequência de nossos pensamentos.

"É uma linha de psicoterapia breve, proposta e desenvolvida pelo psicólogo Aaron Beck. Envolve um conjunto de técnicas e estratégias terapêuticas com a finalidade de mudança de padrões de pensamento (...) A Terapia Cognitivo-Comportamental reinterpreta os elementos que geram emoção negativa. Tem como princípio básico à proposição de que não é uma situação que determina as emoções e comportamentos de um indivíduo, mas sim suas cognições ou interpretações a respeito dessa situação, as quais refletem formas idiossincráticas de processar informação."


http://www.marisapsicologa.com.br/terapia-cognitiva-comportamental-tcc.html


 Ele me emprestou alguns livros e eu tenho pesquisado bastante sobre isso. Acredito que isso só tem a me ajudar. Vou ler mais e tentar fazer as atividades propostas. Espero trazer bons resultados em breve.