Passei por maus bocados nos últimos meses. As crises de ansiedade aumentaram, me bloqueando e me fazendo ter até mesmo dores físicas, crises de vômito, problemas no fígado. Estou investigando agora se, de fato, meu problema tem somente a ver com a ansiedade ou tenho alguma intolerância (à lactose, glúten etc). Tive que faltar dias no trabalho, tomei soro pela primeira vez na vida. Eu não tenho me alimentado bem, nem dormido bem e tenho me estressado bastante. Minha saúde deve estar toda errada. Me coloquei em último plano novamente, anulando todo e qualquer pingo de autoestima. Mas estou aqui, acordada, tendo consciência dos meus atos e sabendo que eu sou a única responsável por mudar essa situação.
domingo, 23 de outubro de 2016
quinta-feira, 28 de julho de 2016
Ansiedade
Tenho percebido com ajuda da terapia e de muita reflexão que um dos meus maiores problemas sempre foi a ansiedade. Eu não pensava muito nisso antes, achava que era bobagem. Hoje eu consigo encaixar as peças e ver que muita coisa que já aconteceu (e continua acontecendo) comigo foi por causa de um nível elevado de ansiedade.
Dito isso, preciso encontrar meios de conseguir manter uma vida saudável e me ajudar a deixar de ser tão ansiosa. Devido ao stress que fico no trabalho, crises de ansiedade agora são mais frequentes e intensas. Um dia desses, eu achei que meu coração ia parar. Situação horrível pela qual eu nunca tinha passado antes.
Vendo qual é o problema e até dando um nome a ele parece amenizá-lo, parece ser mais fácil buscar alguma solução... nem que seja teórica.
sábado, 30 de abril de 2016
Dando um alô
É, parece que eu vou vir aqui uma vez por mês só (é olhe lá!)
A vida tá doida. Estou visivelmente sobrecarregada e estressada. Poucas horas de sono, excesso de tarefas e minha mania de pensar demais estão me deixando esgotada. Quem me conhece, vem me perguntar o que aconteceu, o porquê de eu estar tão quieta e séria. A questão é que não estou conseguindo administrar tanta coisa e isso me deixa *muito* tensa. Em vez de descontar nos outros, ser rude e grossa sem motivos só porque não estou bem, eu me fecho. Não admito tratar os outros mal só porque estou me sentindo mal.
Estou tentando não me preocupar tanto com as coisas, mas confesso que é difícil. Eu gosto de ver as coisas fluírem, de ver um progresso... Caso contrário, eu me frusto. E quem trabalha com educação, sobretudo, tem que saber lidar com a frustração. No começo, eu me culpava por tudo que acontecia errado, pensava que eu não era uma boa profissional e que eu estava falhando. Com o tempo, de forma racional, percebi que há muitos fatores que estão completamente fora do meu alcance e que não tenho como mudá-los sozinha.
Tudo é passageiro. Eu vou conseguir sobreviver a isso tudo é voltar a me sentir bem.

domingo, 13 de março de 2016
Como estamos?
Sempre volto aqui quando as coisas ficam pesadas demais pra digerir. Nem que seja pra falar a mesma coisa, nem que seja pra reafirmar que preciso de mudanças.
Então, comecei no novo emprego ha um mês. Na primeira semana eu estava tão nervosa que ficava sempre enjoada, com aquela sensação de que, a qualquer momento, eu iria colocar tudo pra fora. Passou, estou melhor. De fato, eh bem desafiador. Estou aprendendo a lidar com situações novas...e, sobretudo, me autoconhecendo. Preciso me lembrar constantemente que as coisas valem a pena.
Tenho que aprender a controlar a ansiedade. Agora são dois empregos e uma faculdade para me focar. Não posso deixar a peteca cair.
Existem pessoas que sentem demais. Eu não consigo ver o caos a minha volta e simplesmente "let it be". Eu absorvo mesmo. Eu sinto pelos outros. Eu acho que estou fracassando por não conseguir solucionar os problemas do mundo. Ver as coisas erradas a minha volta me colocam no chão. O tempo que eu deveria estar gastando cuidando de mim ou fazendo coisas uteis, fico mastigando as dores internas e pensando, pensando, pensando... e ficando mal por coisas que estão fora do meu controle.
Felizmente, consigo ver mudanças positivas. As vezes me pego com os olhos cheios de lagrimas, pensando em coisas que me deixam tristes... ai eu falo pra mim mesma "HOJE NÃO". E não deixo o sentimento ruim me derrubar. Eh um grande avanço, pois antes eu não conseguia controlar minhas emoções dessa forma.
Agora minha rotina esta mais regrada na questão dos horarios, mas não me organizei na questão da alimentação e exercicios fisicos. Preciso.
ps: estou sem acento agudo no computador
Então, comecei no novo emprego ha um mês. Na primeira semana eu estava tão nervosa que ficava sempre enjoada, com aquela sensação de que, a qualquer momento, eu iria colocar tudo pra fora. Passou, estou melhor. De fato, eh bem desafiador. Estou aprendendo a lidar com situações novas...e, sobretudo, me autoconhecendo. Preciso me lembrar constantemente que as coisas valem a pena.
Tenho que aprender a controlar a ansiedade. Agora são dois empregos e uma faculdade para me focar. Não posso deixar a peteca cair.
Existem pessoas que sentem demais. Eu não consigo ver o caos a minha volta e simplesmente "let it be". Eu absorvo mesmo. Eu sinto pelos outros. Eu acho que estou fracassando por não conseguir solucionar os problemas do mundo. Ver as coisas erradas a minha volta me colocam no chão. O tempo que eu deveria estar gastando cuidando de mim ou fazendo coisas uteis, fico mastigando as dores internas e pensando, pensando, pensando... e ficando mal por coisas que estão fora do meu controle.
Felizmente, consigo ver mudanças positivas. As vezes me pego com os olhos cheios de lagrimas, pensando em coisas que me deixam tristes... ai eu falo pra mim mesma "HOJE NÃO". E não deixo o sentimento ruim me derrubar. Eh um grande avanço, pois antes eu não conseguia controlar minhas emoções dessa forma.
Agora minha rotina esta mais regrada na questão dos horarios, mas não me organizei na questão da alimentação e exercicios fisicos. Preciso.
ps: estou sem acento agudo no computador
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
5 anos de blog
Há 5 anos eu criei esse blog. CINCO ANOS.
Eu tinha recém completos 18 anos e criei o blog (meu segundo!) tentando buscar uma forma de me ajudar, de não deixar que o peso da minha cabeça fosse pesado demais. No começo, era mais uma ajuda para (re)emagrecer, começar a me alimentar melhor e relatar minha luta contra a (até então pouco conhecida por mim) depressão.
Do outro lado da tela, é a mesma menina, agora uma mulher de 23 anos, que tem muito o que aprender (ainda bem!). Alguns medos bobos continuam (se leva uma vida toda pra aprender!). Me sinto muito mais jovem do que eu era quando tinha 15, 16 ou 18. E, de uma maneira ou de outra, muito mais feliz.
Uma das coisas mais importantes que me dei conta durante esses anos é que a felicidade e o meu valor não estão relacionados a um número que vejo na balança ou o número do jeans que uso. Me sinto livre.
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